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Construção de usina nuclear 'problemática' na França adiada por mais um ano

A planta EPR de nova geração em Flamanville é a única em construção na França

Paris:

A empresa de eletricidade francesa EDF anunciou nesta quarta-feira novos atrasos e estouros de custos para sua problemática usina nuclear de nova geração no norte da França, à medida que a pandemia de Covid-19 dificultou o trabalho.

O grupo fortemente endividado disse que a usina de Flamanville, na costa do Canal, não seria carregada com combustível até o “segundo trimestre de 2023”, em vez do final de 2022.

Os custos projetados aumentaram mais 300 milhões de euros (US$ 340 milhões) para 12,7 bilhões de euros – cerca de quatro vezes mais do que a previsão inicial de 3,3 bilhões de euros.

O novo calendário e orçamento têm em conta “o andamento dos trabalhos e os preparativos para o arranque num contexto industrial que tem sido dificultado pela pandemia”, refere a estatal em comunicado.

O grupo passou por vários contratempos técnicos com a usina de Flamanville, com o órgão de vigilância nuclear nacional identificando problemas com soldagem em 2019 que tiveram que ser refeitos.

A planta EPR de nova geração em Flamanville é a única em construção na França, mas outras três estão em operação em todo o mundo: duas na China e uma na Finlândia.

A EDF também foi escolhida para construir uma usina de dois reatores em Hinkley Point, no sudoeste da Inglaterra, em 2016, mas esse projeto também foi atingido por atrasos e custos excessivos.

Apesar das objeções de alguns ambientalistas, o governo francês está apostando em novas usinas nucleares para atingir suas metas de redução das emissões de dióxido de carbono.

Atualmente, o país obtém a maior parte de sua eletricidade – 70% – de 56 reatores espalhados pelo país, mas muitos deles estão chegando ao fim de sua expectativa de vida útil de 40 anos.

Se o reator for carregado com combustível em Flamanville em meados do próximo ano, espera-se que comece a operar comercialmente cerca de cinco ou seis meses depois.

O governo disse que uma usina de carvão em Cordemais, no oeste da França, poderá operar até 2024, até que o site de Flamanville seja colocado online.

(Exceto pela manchete, esta história não foi editada pela equipe da NDTV e é publicada a partir de um feed sindicado.)



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