Swedish Woman Enlisted Son, 12, To Fight In Syria, Say Prosecutors


Mulher sueca alistada filho, 12, para lutar na Síria, dizem os promotores

A criança, nascida em 2001, lutou por grupos que incluem o ISIS. (Representativo)

Estocolmo:

Uma mulher sueca foi acusada de crimes de guerra por ajudar a alistar seu filho de 12 anos para lutar como criança-soldado na Síria, onde foi morto na guerra civil, disseram os promotores na terça-feira.

A mulher de 49 anos, cidadã sueca que retornou da Síria em 2020, é a primeira pessoa conhecida a ser acusada na Suécia de ajudar no recrutamento de seu próprio filho menor como criança-soldado.

O menino, nascido em 2001, lutou a partir de 2013 por grupos que incluem o ISIS. Ele morreu em 2017. As autoridades não divulgaram mais detalhes de identificação sobre a mãe ou seu filho.

A mulher nega a acusação, disse seu advogado, Mikael Westerlund. Se for considerada culpada, ela pode pegar uma pena mínima de quatro anos de prisão, disse a promotora Reena Devgun.

De acordo com a ONU, recrutar e usar crianças menores de 15 anos como soldados é proibido pelo Direito Internacional Humanitário e reconhecido como crime de guerra pelo Tribunal Penal Internacional.

Segundo a lei sueca, os tribunais podem julgar pessoas por crimes contra a lei internacional cometidos no exterior. O teste começará na segunda-feira, 10 de janeiro.

(Exceto pelo título, esta história não foi editada pela equipe NDTV e é publicada a partir de um feed sindicado.)



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